Interpretar Fanon

Entrevista com Eduadro Grüner

Autores

  • Diego Giller

Palavras-chave:

Fanon, violência, marxismo, negritude, anacronismo

Resumo

Eduardo Grüner é ensaísta e crítico cultural, sociólogo e doutor em Ciências Sociais. Foi professor titular universitário de cátedras dedicadas à teoria estética (cinema, literatura, antropologia da arte), à teoria política e ao marxismo. Em 2004, recebeu o prêmio Konex de Ensaio Filosófico; em 2011, o Prêmio Nacional de Ensaio Político por La oscuridad y las luces. Capitalismo, cultura y revolución (2010) e, em 2024, o Konex de Platino. Além de uma infinidade de prólogos, prefácios, estudos introdutórios, capítulos de livros e ensaios publicados em revistas político-culturais, sua obra inclui Un género culpable (1996), Las formas de la espada (1997), El sitio de la mirada (2001), El fin de las pequeñas historias (2002), La cosa política (2005), Iconografías malditas, imágenes desencantadas (2017), La obsesión del origen (2020), Lo sólido en el aire (2021), and La tentación del desastre (2023). Este ano, junto com Pasolini. Nueve variaciones de lectura e El detalle y el rumor. I. Las formas del ensayo, apareceu Frantz Fanon. La violencia de la tierra. Nesta ocasião conversamos com ele sobre este último livro. A conversa gira em torno das distintas leituras possíveis de Fanon –seu marxismo, a violência, a negritude, o ensaio e o panfleto como gêneros literários e políticos– e a potência que supõe uma estratégia de leitura baseada no anacronismo.

Referências

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Publicado

2025-11-27

Edição

Seção

Entrevistas