Intelecto social coletivo, resistência transformadora e ucronia Entrevista a René Ramírez Gallegos
Palavras-chave:
intelecto social coletivo, alternativas ao desenvolvimento, resistência, ucroniaResumo
René Ramírez Gallegos é economista, Ph.D em Sociologia Econômica com especialização em "Relações de Trabalho, Desigualdades Sociais e Sindicalismo" pela Faculdade de Economia, Universidade de Coimbra, Portugal; mestre em Desenvolvimento Econômico pelo Institute of Social Studies, Erasmus University of Rotterdam, Holanda; mestre em Governo e Políticas Públicas pela FLACSO, México. Realizou estudos de pós-graduação em Metodologias Quantitativas na Universidade de Michigan (Ann Arbor, EUA). Foi coordenador do Centro de Investigações Sociais do Milênio, FLACSO, Equador (2005-2006); Presidente do Conselho Nacional de Modernização (2007); secretário/ministro Nacional de Planejamento e Desenvolvimento (2008-2011); secretário/ministro de Educação Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação (2011-2017); Presidente do Conselho de Educação Superior (2011-2016); Presidente Pro Tempore do Conselho de Ciência, Tecnologia e Inovação da União de Nações Sul-americanas (UNASUL) (2013-2014). Também, coordenador temático para UNESCO-IESALC do eixo acadêmico "A pesquisa científica e tecnológica e a inovação como motor do desenvolvimento humano, social e econômico para América Latina e o Caribe" da III Conferência Regional de Educação Superior de América Latina e o Caribe (CRES 2018). É pesquisador do "Programa Universitário de Estudos Sobre Democracia, Justiça e Sociedade" da Universidade Nacional Autônoma do México. Dirige as revistas Tlatelolco: democracia democratizante e mudança social (México) e Ucronia (Argentina). É membro do Sistema Nacional de Pesquisadores do México. É docente da Universidade Nacional de Lanús, Universidade de Buenos Aires, entre outras universidades da região. Nesta entrevista aborda em profundidade vários temas: o papel do Estado nos processos de transformação social; a mudança paradigmática no papel do intelectual na América Latina, entendido como passagem de uma episteme individual a outra coletiva (intelecto social coletivo); o bem viver como utopia que requer uma ucronia, isto é, uma nova construção temporal, adiantando assim aspectos de seu livro em preparação: A vida e o tempo. Apontamentos para uma teoria ucrônica da vida boa a partir da história recente do Equador.
Referências
.
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2026 Maria del Carmen Villarreal Villamar, Fabricio Pereira da Silva

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.





