Nação e Memória em Zavaleta Mercado

Autores

  • Enrique Sandoval Doctor en filosofía por la Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM) y educador popular

DOI:

https://doi.org/10.67215/wirapuru.1533

Palavras-chave:

nação, excedente, momento constitutivo, René Zavaleta

Resumo

Neste artigo examinamos a proposta de René Zavaleta sobre a questão nacional. Frente às leituras economicistas e essencialistas sobre o tema, Zavaleta concebe a nação como força produtiva de organização social que reproduz a vida, gera contradições e abre possibilidades de emancipação. Em nossa análise, distinguimos três momentos determinantes e dois decisivos que a fundam: 1) a dissolução das relações de dependência e o surgimento de sujeitos juridicamente livres; 2) a centralização política e a homogeneidade em torno do mercado interno regulado pelo Estado; 3) a captação do excedente econômico que permite desenvolver uma autonomia econômica e soberana; 4) a dialética Estado-nação cuja forma expressa as tensões entre os projetos nacionais que tentam inscrever suas programáticas no Estado; 5) os momentos constitutivos democráticos que abrem a possibilidade de construir projetos emancipadores nacionais. Pretendemos compreender esses momentos segundo os graus de unificação que registram com sua realização. A nação é transformação e continuidade.

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Publicado

2026-06-24

Edição

Seção

Marxismo y nación: bifurcaciones, mixturas, encuentros, actualidad