O nascimento, o ocaso e o crepúsculo do nacionalismo revolucionário
DOI:
https://doi.org/10.67215/wirapuru.1562Palavras-chave:
marxismo, nação, revolução latino-americana, forças produtivas, soberaniaResumo
O presente texto problematiza a existência de uma corrente de tipo nacional-revolucionária que coexiste com os postulados do socialismo. Partindo da consideração de que a nação é o elemento fundamental para pensar as estratégias revolucionárias, questiona-se a presença dessa corrente na história latino-americana. Evoca-se uma primeira emergência do nacionalismo revolucionário e seus componentes gerais; seu declínio após o advento do neoliberalismo e as possibilidades de um novo crepúsculo. Em relação ao marxismo, destaca-se o acompanhamento e a competição com essa corrente e sugere-se que, após a crise do socialismo, um tentativo de ressurgimento do nacionalismo revolucionário poderia considerar as avaliações marxistas sobre as forças produtivas, uma vez que estas ganharam centralidade no desenvolvimento de exercícios ou planos de soberania.
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