De la periferia al streaming: el trap como resistencia cultural y sus retos en Spotify
Palabras clave:
música digital, cultura urbana de periferia, trap, streaming de música , curaduríaResumen
Este artículo explora el auge del trap en Brasil, un subgénero del rap que refleja la intersección entre las influencias culturales globales y las realidades locales. El objetivo es investigar cómo el trap negocia y es negociado con las complejidades culturales brasileñas, influyendo en la identidad musical y las dinámicas sociales de las comunidades urbanas marginadas. A través del análisis de tres exponentes del género —Veigh, Matuê y Kayblack—, el estudio examina cómo el trap se inserta en el mercado musical contemporáneo, destacando el papel de Spotify en la difusión y popularización del género. Utilizando métodos de observación participante y flanerie, según Angrosino (2009) y Benjamin (1989), junto con el análisis documental y la revisión bibliográfica desde la perspectiva de los estudios culturales, la investigación explora las dinámicas de visibilidad y consumo del trap en las plataformas de streaming. La investigación sugiere que, si bien el trap sirve como forma de expresión y resistencia cultural, también revela tensiones entre el arte periférico y las estructuras de poder, desafiando las lógicas de visibilidad y contribuyendo a la redefinición de las prácticas culturales contemporáneas en Brasil.
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