Estrategias intersticiales de resistencia al neoliberalismo como forma de organización colectiva y ampliación de derechos

Autores

  • Natalia Bauni Coordinadora del Observatorio Social sobre Empresas Recuperadas y Autogestionadas del Instituto Gino Germani de la Facultad de Ciencias Sociales de la Universidad de Buenos Aires, Ciudad de Buenos Aires, Argentina https://orcid.org/0000-0002-3213-3014
  • Gabriel Fajn Miembro del Observatorio Social sobre Empresas Recuperadas y Autogestionadas del Instituto Gino Germani de la Facultad de Ciencias Sociales de la Universidad de Buenos Aires, Idelcoop (Fundación de Educación Cooperativa) y Centro Cultural de la Cooperación, Ciudad de Buenos Aires, Argentina

Palavras-chave:

cooperativas de trabajo, resistencia al neoliberalismo, ampliación de derechos

Resumo

Desde 2008 observamos um crescimento lento, mas sustentado, da formação de cooperativas de trabalho na Argentina, que adquire um significado mais simbólico do que quantitativo. Propomos que estes configurem experiências de transformação social nos interstícios do sistema. Eles expressam uma forma de resistência ao neoliberalismo ao questionar a individualização do trabalho e reconstruir os suportes relacionais que o emprego oferece. A abordagem é qualitativa, foram realizadas entrevistas em profundidade com cada um dos tipos de cooperativas analisadas. Essas cooperativas são fundadas em práticas coletivas, promovidas tanto de setores médios profissionais a trabalhadores vulneráveis que propõem uma série de respostas e alternativas à racionalidade imposta pelo modelo neoliberal. Propõem-se lógicas de assembleia, distribuições mais equitativas dos excedentes, promovem relações horizontais e inclusivas, o desenvolvimento da comunidade a que pertencem e a ampliação dos direitos trabalhistas - proteção e inclusão social.

 

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Publicado

2024-12-19

Edição

Seção

Dossier: Coletividades e Reciprocidades

Como Citar

Estrategias intersticiales de resistencia al neoliberalismo como forma de organización colectiva y ampliación de derechos. (2024). Otra Economía, 16(29), 146-169. https://revistas.ungs.edu.ar/index.php/otraeconomia/article/view/649