El papel de los pequeños cafecultores de la Unión de Comunidades Indígenas de la Región del Istmo (UCIRI) y el desarrollo del comercio justo
Resumo
Durante los años ochentas los precios de las materias primas decaen abruptamente y los países desarrollados potencian estratégicamente “el food power” para colocar sus excedentes alimentarios básicos en los países periféricos. El Estado-Nación se retira de la gestión pública agrícola y se modifica el marco legal para la venta de las tierras antes de carácter social, con lo que la estructura agraria del país evidencia profundos cambios. La siguiente ponencia tiene como objetivo central observar, además de los costos señalados, las medidas alternativas que el propio campesinado adopta para resistir los embates de la fase neoliberal. Una de estas propuestas organizadas, además de la decena de movilizaciones sociales de talante campesino, es el comercio justo, y un producto de primera línea en este “tipo de mercado”, es el café orgánico, siendo México el principal productor de éste aromático, básicamente cosechado por comunidades campesinas marginales en el sureste del país. En la observación de tales cambios y alternativas, veremos el México que se construye y sobrevive desde abajo y los cuestionamientos que éste México “profundo” hace al modelo de desarrollo imperante en el campo y en la ciudad, desde las correcciones de mercado que el comercio justo apuntala, mediante intercambios locales y globales, atendiendo el costo social, ambiental, político y cultural de la producción de materias primas, en este caso, café. Por ello, hemos decidido estudiar en particular el caso de la Unión de Comunidades Indígenas de la Región del Istmo (UCIRI), su inserción al comercio y mercado alternativos, y básicamente, la consolidación de proyectos de beneficio rural, al interior de las comunidades indígenas asociadas con ésta organización histórica dentro del movimiento campesino orgánico.
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