Apontamentos sobre a filosofia política em Mauricio Beuchot

Autores

  • Joel Hernández Otáñez Doctor en Filosofía por la Universidad Nacional Autónoma de México. Docente en el Colegio de Ciencias y Humanidades de la misma casa de estudios.

Palavras-chave:

filosofia política, êtica, individualismo, modernidade

Resumo

A hermenêutica analógica proposta por Mauricio Beuchot incursiona na filosofia política considerando noções como: ética, utopia, mediação, vinculação equilibrada, entre outras. A necessidade de falar disso reside, principalmente, em que a chamada Modernidade tem incrementado condutas propensas ao individualismo ou a uma subjetividade tendente ao hegemônico. Isto em detrimento de uma comunidade solícita de reconhecimento e de diálogo. A filosofia de Beuchot estimula uma reflexão interpretativa com o interesse de colaborar para o bem-estar humano. Esta preocupação tem antecedentes em teorias como a de Hannah Arendt, pensadora crítica da política em geral e da de sua época em particular. Pontuaremos algumas coincidências entre ambos os autores.

Referências

Arendt, Hannah (2016). La condición humana. México: Paidós.

_____________ (2020). La promesa de la política. México: Austral/Paidós.

_____________ (2018). Entre el pasado y el futuro. Ocho ejercicios sobre reflexión política. México: Austral.

Aristóteles (2014). Ética Nicomáquea. Madrid: Gredos.

Beuchot, Mauricio (2006). Filosofía política. México: Herder.

_______________ (2015). Tratado de hermenéutica analógica. México: UNAM.

_______________ (2014). Filosofía y derechos humanos. México: Siglo Veintiuno.

_______________ (2011). El hombre y el símbolo. Desde una antropología analógica. México: Démeter.

Ricœur, Paul (2009). Sí mismo como otro. México: Siglo Veintiuno.

Publicado

2026-02-12 — Atualizado em 2026-02-13

Edição

Seção

Dossier -México y América Latina: la hermenéutica analógica de Mauricio Beuchot-

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