Dispositivos tecnológicos en los activismos biopoéticos: modos ancestrales y posthumanos de pensar los espacios en clave biopolítica.

Autores

  • Claudia Valente UNGS

Palavras-chave:

activismo, tecnología, cuerpo

Resumo

Este ensaio explora as potencialidades ativistas biopoéticas de dois dispositivos conceptuais e tecnológicos que, aplicados à construção de linguagens, transformam a nossa percepção do corpo e do território. Apresenta dois projetos: um do coletivo KIMUN, que implementou a cruz escalonada andina como sistema operacional para compreender a continuidade corpo-cosmos, e outro do coletivo MURU 7.8, que utilizou giroscópios para transcodificar audiovisualmente as vibrações de plantas, animais e humanos sem hierarquias. Ambos os dispositivos percebem continuidades onde a modernidade viu separações.
Levantamos questões urgentes como: que tecnologias usamos, projetadas por quem, para criar que mundos?

 

Referências

Comunidad de lenguaje KIMUN. Mapas corporales femeninos. 2006-2008.

https://claudiavalente.net/2008/10/01/mapas-corporales-femeninos-2006-08/

Colectivo MURU 7.8. Respiro Namiki. 2019-continúa.

https://claudiavalente.net/2021/10/30/respiro-namiki-muru-7-8/

Lajo, J. (2003). Qhapaq Nan, La Ruta Inka de Sabiduría. Ecuador: Ediciones Abya Yala

https://digitalrepository.unm.edu/abya_yala/358/

MEMS Sistemas microelectromecánicos

https://www.st.com/content/st_com/en/about/innovation---technology/mems.html

Publicado

2025-12-03

Edição

Seção

Otras texturas