Cooperativas y bioindustrias en las cadenas de valor del açaí y del guaraná
Relaciones de mercado y caminos hacia una bioeconomía inclusiva en el Amazonas
DOI:
https://doi.org/10.67215/otraeconomia.1239Palabras clave:
Amazonía, agricultura familiar, cadenas de valorResumen
La agricultura familiar en la Amazonia enfrenta limitaciones para insertarse en cadenas de valor dinámicas, especialmente en el marco de la bioeconomía. En este contexto, el cooperativismo ha sido señalado como una vía para fortalecer la producción y la comercialización regional. Este estudio analizó las relaciones de mercado entre cooperativas agropecuarias y bioindustrias en las cadenas del açaí y del guaraná en el estado de Amazonas, con el fin de identificar cuellos de botella y discutir sus implicaciones para la construcción de una bioeconomía inclusiva. La investigación adoptó un enfoque mixto, articulando revisión bibliográfica, análisis de datos secundarios y recolección de datos primarios mediante entrevistas con cooperativas y bioindustrias instaladas en Amazonas. Los datos cualitativos fueron examinados mediante análisis de contenido, mientras que las relaciones entre oferta y demanda se analizaron con apoyo de econometría básica. Los resultados muestran un desajuste entre oferta y demanda en ambas cadenas. Las cooperativas abastecen aproximadamente el 6,5% de la demanda de açaí y el 3,4% de la demanda de guaraná, lo que evidencia restricciones productivas, logísticas, financieras e institucionales. Se concluye que la bioeconomía amazónica tiende a reproducir asimetrías y a concentrar valor fuera de los territorios productores.
Referencias
Abramovay, R. J., Costa, F. de A., Ehrlich, M., Young, C. E. F., Kaimowitz, D., Moutinho, P., Nobre, I., Rogez, H., Roxo, E., Schor, T. e Villanova, L. (2021). The new bioeconomy in the Amazon: Opportunities and challenges for healthy, standing forests and flowing rivers. En C. A. Nobre (Ed.), Amazon assessment report 2021 (Cap. 30). United Nations Sustainable Development Solutions Network. https://www.theamazonwewant.org/wp-content/uploads/2022/11/Chapter-30-in-Brief-The-new-bioeconomy-in-the-Amazon-Opportunities-and-challenges-for-a-healthy-standing-forest-and-flowing-rivers-Final.pdf
Aguiar, O. da C. M., Lopes, S. K. da S., Cascaes, S. F., Trindade, L. L. L., Donega, M. V. B., Rabelo, N. P. R., Silva, S. C. P. da, Pereira, C. F., Souza, L. A. N. de e Fraxe, T. de J. P. (2021). Sistema agrícola tradicional e certificação orgânica: O caso dos guaranazais nativos das comunidades tradicionais do Alto Urupadí, Maués (AM). En C. da S. Sousa, S. C. Sabioni y F. de S. Lima (Orgs.), Agroecologia: métodos e técnicas para uma agricultura sustentável (pp. 80–100). Editora Científica Digital.
Altieri, M. (2012). Agroecologia: bases científicas para uma agricultura sustentável. Expressão Popular; AS-PTA.
Altieri, M. e Toledo, V. (2011). The agroecological revolution in Latin America: Rescuing nature, ensuring food sovereignty and empowering peasants. Journal of Peasant Studies, 38(3), 587–612. https://doi.org/10.1080/03066150.2011.582947
Amaro, G. (2007). Análise econométrica da oferta e da demanda de banana no Estado de Roraima no período de 1995 a 2007 (Comunicado Técnico, 47). Embrapa Roraima. https://www.alice.cnptia.embrapa.br/bitstream/doc/879806/1/george.pdf
Amazonas. (2009). Lei nº 3.454, de 10 de dezembro de 2009: institui o Programa de Regionalização da Merenda Escolar — PREME, no âmbito do Poder Executivo Estadual, e dá outras providências. Diário Oficial do Estado do Amazonas. https://legisla.imprensaoficial.am.gov.br/diario_am/12/2009/12/3136
Andrade, E. K. M. P. (2017). Bioeconomia: um estudo das vocações, fragilidades e possibilidades para o desenvolvimento no Amazonas [Tese de doutorado, Universidade Federal do Amazonas].
Araújo, C. T. D. de e Navegantes-Alves, L. de F. (2015). Do extrativismo ao cultivo intensivo do açaizeiro (Euterpe oleracea Mart.) no estuário amazônico: Sistemas de manejo e suas implicações sobre a diversidade de espécies arbóreas. Revista Brasileira de Agroecologia, 10(1), 12–23.
Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. (2021). Potencial da bioeconomia para o desenvolvimento sustentável da Amazônia e possibilidades para a atuação do BNDES. Revista do BNDES, 28(56), 55–86.
Bardin, L. (2016). Análise de conteúdo. Edições 70.
Bastos, B. G., Lopes, C. de J., Gonçalves, A. C. N. e Neiva, K. N. (2022). Bioeconomia, economia circular e agroindústria 4.0: Proposições para las transições tecnológicas emergentes. Colóquio – Revista do Desenvolvimento Regional, 19(1), 312–338. https://doi.org/10.26767/coloquio.v19i1.2982
Bergamo, D., Zerbini, O., Pinho, P. e Moutinho, P. (2022). The Amazon bioeconomy: Beyond the use of forest products. Sustainability Science. https://doi.org/10.1007/s11625-022-01121-0
Bezerra, V., Freitas-Silva, O. e Damasceno, L. (2016). Açaí: Produção de frutos, mercado e consumo. Anais da Jornada Científica da Embrapa. Macapá, AP, Brasil.
Brasil. (2009). Lei nº 11.947, de 16 de junho de 2009: dispõe sobre o atendimento da alimentação escolar e do Programa Dinheiro Direto na Escola aos alunos da educação básica. Diário Oficial da União. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2009/lei/l11947.htm
Brasil. (2012). Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012: dispõe sobre a proteção da vegetação nativa. Diário Oficial da União. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12651.htm
Brasil. (2023). Lei nº 14.628, de 20 de julho de 2023: institui o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Cozinha Solidária. Diário Oficial da União. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2023-2026/2023/Lei/L14628.htm
Camargo, S. (2021). Demanda global por açaí está destruindo as florestas de várzea da Amazônia. Mongabay Brasil. https://brasil.mongabay.com
Clapp, J. e Ruder, S.-L. (2020). Precision technologies for agriculture: Digital farming, gene-edited crops, and the politics of sustainability. Global Environmental Politics, 20(3), 49–69.
Clement, C. R., Pereira, H. dos S., Vieira, I. C. G. e Homma, A. K. O. (2024). Challenges for a Brazilian Amazonian bioeconomy based on forest foods. Trees, Forests and People, 16, 100583. https://doi.org/10.1016/j.tfp.2024.100583
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. (2004). Cultivo do guaranazeiro no Amazonas: Técnicas para melhoria da produtividade (Circular Técnica n. 22). Embrapa Amazônia Ocidental.
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. (2005). Cultura do guaranazeiro no Amazonas (4ª ed.). Embrapa Amazônia Ocidental. https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/CPAA-2009-09/14953/1/Sistema_Prod_Guarana.pdf
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. (2006). Sistema de produção do açaí (2ª ed., Vol. 4). Embrapa Amazônia Oriental.
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. (2023). Sistema de produção do guaraná no estado do Amazonas. Embrapa. https://www.embrapa.br/busca-de-publicacoes/-/publicacao/1150142
Euler, A. M. C., Aubertin, C. e Cialdella, N. (2023). A sociobiodiversidade amazônica em busca de mercados internacionais. Estudos de Sociologia, e023013. https://doi.org/10.1590/e023013
Feio, C. A., Silva, D. M., Barbosa, D. S., Souza, F. A., Freitas, A. A. e Moura, R. S. (2012). Euterpe oleracea (açaí) modifies sterol metabolism and attenuates experimentally-induced atherosclerosis. Journal of Atherosclerosis and Thrombosis, 19(3), 237–245. https://doi.org/10.5551/jat.10414
Food and Agriculture Organization. (2014). Developing sustainable food value chains. FAO.
Gaiger, L. I. (2013). A economia solidária e a revitalização do paradigma cooperativo. Revista Brasileira de Ciências Sociais, 28, 211–228. https://doi.org/10.1590/S0102-69092013000200013
Giampietro, M. (2019). On the circular bioeconomy and decoupling: Implications for sustainable growth. Ecological Economics, 162, 143–156. https://doi.org/10.1016/j.ecolecon.2019.04.029
Gil, A. C. (2008). Métodos e técnicas de pesquisa social (6ª ed.). Atlas.
GIZ – Cooperação Técnica Alemã. (2012). Relatório executivo: levantamento da produção de açaí no Amazonas (pp. 3–24). GIZ.
Gomes, A. do N. (2024). Diagnóstico rápido setorial da produção de açaí na Amazônia Brasileira. Organização Internacional do Trabalho. https://www.ilo.org/pt-pt/publications/diagnostico-rapido-setorial-da-producao-de-acai-na-amazonia-brasileira
Gootenberg, P. (2023). Guaraná: how Brazil embraced the world's most caffeine-rich plant [Reseña del libro Guaraná: how Brazil embraced the world's most caffeine-rich plant, por S. Garfield]. Hispanic American Historical Review, 103(4), 699–700. https://doi.org/10.1215/00182168-10798146
Hack, B., Penna, E. M., Talik, T., Chandrashekhar, R. e Millard-Stafford, M. (2023). Effect of Guarana (Paullinia cupana) on cognitive performance: A systematic review and meta-analysis. Nutrients, 15(2), 434. https://doi.org/10.3390/nu15020434
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. (2017). Censo agropecuário. IBGE.
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. (2022). Produção da extração vegetal e da silvicultura. IBGE.
Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia. (2023). Agrupamentos produtivos de bioeconomia na Amazônia: Oportunidades e desafios. IDESAM. https://idesam.org/publicacoes.
Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas. (2024). Diagnóstico da produção agrícola familiar no Amazonas: Açaí e guaraná. IDAM.
Leff, E. (1998). Saber ambiental: sustentabilidade, racionalidade, complexidade, poder. Cortez.
Lima, S. B., Oliveira, S. G. de e Passador, G. (2023). Guaraná de Maués: análise da cadeia produtiva, comércio justo e embalagem de exportação. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento, 27(122). https://doi.org/10.5281/zenodo.7999902
Lopes, D. B., Euler, A. M. C., Ferreira, J. N., Valentim, J. F., Wadt, L. H. de O., Kanashiro, M., Porro, R. e Gois, S. L. L. de. (2023). Visões sobre bioeconomia na Amazônia: oportunidades e desafios para a atuação da Embrapa. Embrapa.
Lopes, D., Lowery, S. e Peroba, T. L. C. (2016). Crédito rural no Brasil: Desafios e oportunidades para a promoção da agropecuária sustentável. Revista do BNDES, (45), 155-196. http://web.bndes.gov.br/bib/jspui/handle/1408/9518
Maciel, R. C. G., Sopchaki, M. S., Lima Junior, F. B., Cavalcante Filho, P. G. e Souza, D. L. (2015). Formação de preços de produtos extrativistas: um estudo sobre o açaí em Rio Branco, Estado do Acre. Revista de Economia Agrícola, 62(2), 35-50.
Maia, B. J. e de Oliveira, E. C. (2021). Segurança alimentar, agricultura familiar e abastecimento de alimentos em tempos de pandemia: Ensaios para o Estado do Amazonas. Revista Estudo & Debate, 28(1). https://doi.org/10.22410/issn.1983-036X.v28i1a2021
Marcovitch, J. e Val, A. (Orgs.). (2024). Bioeconomia para quem? Bases para um desenvolvimento sustentável na Amazônia. Com-Arte.
Marinho, V., Magalhães, A. e Domingues, E. (2023). Impactos da bioeconomia na Amazônia em cenários de mudanças ambientais. Instituto Escolhas.
Mariosa, P. H. (2022). A economia social e solidária na cadeia de valor da castanha-do-brasil (Bertholletia excelsa Bonpl.): um novo paradigma extrativista para Amazônia [Tese de doutorado, Universidade Federal do Amazonas].
Mariosa, P. H., Pereira, H. dos S., Kluczkovski, A. M. e Vilhote, M. L. A. (2024). Cooperativas agroindustriais da cadeia de valor da castanha-do-brasil: Um novo paradigma extrativista na Amazônia. Revista de Economia e Sociologia Rural, 62(4), e277617. https://doi.org/10.1590/1806-9479.2023.277617
Martinot, J. F., Pereira, H. dos S. e Silva, S. C. P. da. (2017). Coletar ou cultivar: as escolhas dos produtores de açaí-da-mata (Euterpe precatoria) do Amazonas. Revista de Economia e Sociologia Rural, 55, 751-766.
Medina, G. e Cruz, J. E. (2021). Estudos em agronegócio: participação brasileira nas cadeias produtivas (Vol. 5). Kelps.
Melo, G., Costa, F. e Silva, L. C. (2021). O cenário da produção do açaí (Euterpe spp.) no estado do Amazonas. Brazilian Journal of Development, 7(7), 71536-71549.
Mendonça, M. S., Nascimento, M. D. R., Souza, J. S. e Silva, J. E. V. C. (2020). Reaproveitamento do caroço do açaí como alternativa na produção de bebida aromática. En C. A. M. Cordeiro (Org.), Tecnologia de alimentos: tópicos físicos, químicos e biológicos (pp. 557–565). Editora Científica Digital.
Meneghetti, G. A. e Souza, S. R. (2015). A agricultura familiar do Amazonas: conceitos, caracterização e desenvolvimento. Terceira Margem Amazônia, 1(5).
Meneghetti, G. A., Silva, L. D. J., Ferreira, M. A. C. e Santos, A. C. dos. (2021). Elementos para reflexão e análise das condições de produção do guaraná no Amazonas. Brazilian Journal of Animal and Environmental Research, 4(1), 427-442.
Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. (2023). Mapeamento de negócios da bioeconomia na Amazônia. MDIC - Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. https://www.undp.org/sites/g/files/zskgke326/files/2023-10/mapeamento_de_negocios_da_bioeconomia_da_amazonia.pdf
Monzoni, M., Vendramini, A., Gomes, D., Breviglieri, G. V., Yamahaki, C., Derivi, C., Xavier, L. T., Mello, S. e Kang, V. (2022). Bioeconomia e infraestrutura na Amazônia: análise do estado da arte e estudo de casos sobre infraestrutura no Brasil. WWF; FGV.
Nogueira, A. K. M., Santana, A. C. e Garcia, W. S. (2013). A dinâmica do mercado de açaí fruto no Estado do Pará: de 1994 a 2009. Revista Ceres, 60(3), 324-331.
Nogueira, O. L. (2006). Açaí: manejo, produção e processamento. Instituto Frutal.
Nova, L. V., Rocha, E. e Breyer, F. (2021). Territórios sustentáveis de inovação da sociobioeconomia. Coalizão Brasil. https://coalizaobr.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Territorios-sustentaveis-de-inovacao-da-sociobioeconomia.pdf
Organização das Cooperativas Brasileiras. (2023). Relatório anual 2023. OCB. https://conteudo.somos.coop.br/images/transparencia/Relatorio_OCB_2023.pdf
Patton, M. Q. (2015). Qualitative evaluation methods. Sage Publications.
Pereira, C. F., Santiago, J. L., Silva, S. C. P. e Menezes, T. C. C. (2021). Não vendemos veneno?: Agricultores familiares da Rede Ambiental AGROUFAM no processo de certificação participativa. En A. P. de Castro, F. S. da Costa, M. G. G. R., J. L. Santiago e T. de J. P. Fraxe (Orgs.), Tecnologias sustentáveis e inclusão social em agroecologia e produção orgânica no Amazonas (pp. 139–160). Gráfica Moderna.
Pereira, J. C. R. (Ed.). (2005). Cultura do guaranazeiro no Amazonas. Embrapa Amazônia Ocidental. Sistemas de Produção, 2.
Porter, M. E. (1985). Competitive advantage: Creating and sustaining superior performance (pp. 167–206). Free Press.
Quaresma, A. P. e Euler, A. M. C. (2023). Açaí, mais que um fruto, símbolo da cultura alimentar e bioeconomia da Amazônia. En M. B. de G. Vasconcellos (Org.), Bioeconomia e o mercado dos produtos florestais não madeireiros: Desafios e possibilidades (Vol. 5, pp. 74–99). Synergia Consultoria.
Ramos, J. M., Costa, F. S. da, Fraxe, T. de J. P., Santiago, J. L. e Gonçalves, V. V. C. (2022). O cooperativismo como fator de potencialização do desenvolvimento sustentável em comunidades rurais amazônicas: O caso de uma cooperativa agrícola de Rio Preto da Eva-Amazonas. Research, Society and Development, 11(7), e53811730479. https://doi.org/10.33448/rsd-v11i7.30479
Rede de Negócios Sustentáveis do Urupadí. (2021). Rede de Negócios Sustentáveis do Urupadí: Consórcio de produção, comercialização e consumo das comunidades tradicionais por meio dos princípios da sustentabilidade e co-gestão. Universidade Federal do Amazonas – UFAM.
Renó, F., Pagolloto, L., Ferreira, J., Lima, V. A. P. de, Cunha, G. S., Pinho, P., Costa, D. R., Manfredin, M., Fernandes, D. e Juninho, F. C. (2023). Bioeconomia: A evolução do debate e repercussões nas Amazônias. Uma Concertação pela Amazônia.
Santana, A. C. de, Campos, P. S. da S., Ramos, T. J. N., Galate, R. dos S. e Mota, A. V. (2011). O mercado de frutas no estado do Pará: 1985 a 2005. Revista de Estudos Sociais, 13(26), 174–185.
Santana, A. C. de, Pessoa, J. D. C. e Santana, A. L. de. (2016). O mercado de açaí e os desafios tecnológicos da Amazônia. En J. D. C. Pessoa e G. H. de A. Teixeira (Orgs.), Tecnologias para inovação nas cadeias Euterpe. Embrapa.
Santana, A. C. de. (2011). Diagnóstico das cadeias de valor sustentáveis e inclusivas do Marajó: Açaí, mandioca, pesca artesanal e pecuária. GEDADS. https://institutopeabiru.files.wordpress.com/2017/10/cadeiasdevalor-apresentgeral.pdf
Santos, D., Binda, E. G., Matos, N. B., Carneiro, L. M., Oliveira, E. L. e Dias, A. P. (2023). A percepção dos técnicos de extensão rural sobre as dificuldades na gestão da agricultura familiar do Estado do Amazonas. Revista Foco, 16(6), 1–20.
Santosflora. (2024). Explorando o guaraná e suas propriedades. https://santosflora.com.br/explorando-o-guarana-e-sua-propriedades/
Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas. (2024). Plano estadual da bioeconomia do Amazonas. https://www.sedecti.am.gov.br/
Silva, A. C. B. da, Brosler, E. M., Almeida, L. B. de, Reia, M. Y. e Morato, R. W. (2018). A cadeia de valor do guaraná de Maués (1ª ed.). IDESAM. https://idesam.org/publicacoes/a-cadeia-de-valor-do-guarana-de-maues/
Silva, L. de J., Oliveira, A. L. A. de, Santos, A. C. dos y Alves, G. (2023). Agricultura familiar no estado do Amazonas: Um panorama a partir do censo agropecuário 2017.
Silva, L. V. N. (2020). Promoção de bioeconomia da sociobiodiversidade amazônica: o caso da Natura Cosméticos S.A. com comunidades agroextrativistas na região do Baixo Tocantins no Pará [Tese de doutorado, Fundação Getúlio Vargas].
Silva, V. L. dos S., Rodrigues, F., Sannomya, J., Peres, L. D. e Corvacho, T. (2009). Integração vertical como estratégia de apropriação de valor: Um estudo exploratório no canal de distribución de productos agrícolas. Gestão & Produção, 16, 44–53.
Sousa, L. P. (2009). Cooperativismo: Conceitos e desafios à implantação da economia solidária. Vitrine da Conjuntura, 2(2), 1–7.
Sousa, P. R. de, Vieira, B. S. e Cañete, T. R. (2018). O acordo de repartição de benefício como proteção do conhecimento tradicional associado à biodiversidade: A transparência na atuação da empresa Natura na região Amazônica. Prisma Jurídico, 17(2), 410–435.
Toledo, V. M. e Barrera-Bassols, N. (2009). A etnoecologia: Uma ciência pós-normal que estuda as sabedorias tradicionais. Desenvolvimento e Meio Ambiente, 20, 31–45.
Tricaud, S., Pinton, F. e Pereira, H. dos S. (2016). Saberes e práticas locais dos produtores de guaraná (Paullinia cupana Kunth var. sorbilis) do médio Amazonas: Duas organizações locais frente à inovação. Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi. Ciências Humanas, 11(1), 33–53. https://doi.org/10.1590/1981.81222016000100004
Wadt, L. H. de O., Maroccolo, J. F., Guedes, M. C. e Silva, K. E. da (Eds.). (2023). Castanha-da-amazônia: estudos sobre a espécie e sua cadeia de valor: aspectos sociais, econômicos e organizacionais. Embrapa.
Willerding, A. L., Silva, L. R. da, Silva, R. P., Assis, G. M. O. de e Paula, E. V. C. M. de. (2020). Estratégias para o desenvolvimento da bioeconomia no estado do Amazonas. Estudos Avançados, 34(98), 145–166.
Yamaguchi, K. de L., Oliveira, V. A. de, Souza, E. da S. e Veiga-Junior, V. F. da. (2024). Cadeia produtiva de açaí no Amazonas. Oikos.
Zago, N. (2016). Migração rural-urbana, juventude e ensino superior. Revista Brasileira de Educação, 21(64), 61–78.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Otra Economía

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-CompartirIgual 4.0.
Todos los escritos que se envíen para su publicación en la revista deben ser inéditos y de autoría de quien/es se declara/n autor/es/as de los mismos. Mientras están en proceso de evaluación o de edición en Otra Economía, no podrán enviarse a ninguna otra publicación.
Para certificar el carácter de originalidad y ceder los derechos de autor a la revista Otra Economía, el/los autor/es deberán enviar una Declaración Jurada firmada (será oportunamente enviada por el Equipo Editorial) en la cual deje/n constancia de:
1. Que el escrito es original e inédito y no ha sido enviado a otras publicaciones, sean impresas o electrónicas, locales o de otros países.
2. Que aceptan la cesión de sus derechos de autor para su publicación en Otra Economía. Revista Latinoamericana de Economía Social y Solidaria bajo una licencia Creative Commons Atribución-NoComercial-CompartirIgual 4.0 Internacional; manteniéndolos para publicaciones ulteriores luego de cumplida su aparición en Otra Economía. Revista Latinoamericana de Economía Social y Solidaria.
3. Que reconocen que Otra Economía. Revista Latinoamericana de Economía Social y Solidaria es ajena a toda responsabilidad legal y/o económica que sea reclamada por terceros en cuanto a la propiedad intelectual de los textos, las imágenes, esquemas y demás elementos que integran el escrito a publicar.
4. Que los textos, imágenes, esquemas y demás elementos que lo integran corresponden a su autoría; o han sido incluidos en ejercicio del derecho de cita; o se encuentran facultados para su utilización por una licencia o autorización genérica o específica concedida por el autor y que en los dos últimos supuestos, se han realizado las citas correspondientes conforme a las prácticas usuales en la literatura científica.
5. Que todos los autores han contribuido intelectualmente en su elaboración y han leído y aprobado el manuscrito remitido.
6. Que convienen que Otra Economía. Revista Latinoamericana de Economía Social y Solidaria, editada por la Universidad Nacional de General Sarmiento (Argentina), la Red de Investigadores Latinoamericanos de Economía Social y Solidaria (RILESS) y la Red Universitaria de Economía Social Solidaria (RUESS) de Argentina, no comparten necesariamente las afirmaciones que en el artículo manifiestan los autores.
7. Que autorizan al Comité Editorial de Otra Economía. Revista Latinoamericana de Economía Social y Solidaria a editar, re-editar, publicar, reproducir, difundir, distribuir copias, preparar trabajos derivados, en soporte de papel, electrónicos o multimedia, u cualquier otro creado o a crearse e incluir el artículo en índices nacionales e internacionales o bases de datos, como así también en cualquier otra forma de publicación existente o que exista en el futuro, con la única condición de la mención expresa de los autores, y además autorizando a Otra Economía. Revista Latinoamericana de Economía Social y Solidaria a utilizar sus nombres y eventualmente sus imágenes para incluirlas en la publicación de la obra.
8. Que autorizan al Comité Editorial de Otra Economía. Revista Latinoamericana de Economía Social y Solidaria a decidir a su exclusivo criterio los aspectos relativos a presentación, formato, y cualquier otro que haga a la publicación de la obra, en la medida que ello no altere el contenido o forma que resulte esencial a la misma.
9. Que autorizan al Comité Editorial de Otra Economía. Revista Latinoamericana de Economía Social y Solidaria para realizar todos los actos que puedan resultar necesarios para las inscripciones que pudieren corresponder.
10. Que la presente autorización se realiza gratuitamente, no es exclusiva, no tiene limitación espacial, temporal, cuantitativa, ni otra.











